Sem a pretensão de
generalizar, percebo que uma pequena parte dos recém-diplomados de Roraima
transitam pela fase da meninice... Curumins e Cunhantãs com os egos inflados
utilizando-se do concurso público como instrumento de mensuração de sua
qualificação e competência técnica... Como se passar em um concurso público
fosse o único e principal termômetro de verificação do nível de competência e
qualificação profissional. Na minha visão de leigo, um bom profissional não é
aquele que passa em um, dois ou vários certames. Porém, na perspectiva do medíocre,
vaidoso e prepotente, está mais do que provado que o clube da luluzinha (e do
bolinha também) é o melhor simplesmente devido a irrisórias aprovações por meio
de um sistema positivista e meritocrático de seleção. Não quero como minha
analista, por exemplo, uma psicóloga que não saiba lidar com suas próprias
inseguranças e cujo nível de soberba seja mais elevado do que a de um simples
leigo. A ganância e a ignorância caminham juntas e tornam míopes seres
“inteligentes”.
Há 14 anos
Fran,
ResponderExcluirVocê expressou de forma sublime como a inteligência artificial (para não chama de decoreba) reina nas pequenas cabeças dessa juventude concurseira. Não há problema algum em estudar e ter como objetivo a aprovação em um concurso, mas utilizar esta passagem como balizador de competência e superioridade é a mais pura ignorância.
valeu Fran!