A corrupção está
quase generalizada [“quase”, para não ser acusado de prover análises
generalistas e, consequentemente, injustas, pelos olheiros virtus e probos das
ruas de bytes]. Dos setores mais subalternos ao mais alto escalão de nossa
sociedade de corte... As instituições estão, quase todas [insisto!],
enfraquecidas em razão da cultura do “jeitinho brasileiro”, do fortalecimento
da máxima de Bezerra da Silva: “malandro é malandro, mané é mané, podes crer que
é!”, haja vista que ainda hoje impera e se faz
presente no comportamento “profissional” de alguns seres hediondos que,
incumbidos de suas funções, sejam os estatutários, os comissionados ou
terceirizados, praticam as mais sórdidas das ações, em nome da autossatisfação financeira
personalíssima...
Sem a intenção de generalizar, claro, mas são muitos os setores e agentes... São muitos os ratos de porão que circundam os arredores das famosas instituições sob as vértices do manto republicano da falácia da supremacia do interesse público... Se eu vou ao banco, por exemplo, um mero acaso narrativo, não consigo confiar no olhar conjeturado ou no jeito manso e cobiçoso do atendente e/ou gerente e de seus respectivos estagiários, alocados estrategicamente no hall de entrada com a simples função de cooptar clientes desavisados e direciona-los ao mais cruel e ganancioso dos agentes, pois a instituição [parece que] obriga os funcionários a “vender produtos”, ou muitos sentem a pressão e são coagidos a oferecer serviços em troca da comissão... [Não é nada pessoal. É apenas a impressão que tenho, a partir de inúmeras observações informais realizadas no espaço citado].
Sem a intenção de generalizar, claro, mas são muitos os setores e agentes... São muitos os ratos de porão que circundam os arredores das famosas instituições sob as vértices do manto republicano da falácia da supremacia do interesse público... Se eu vou ao banco, por exemplo, um mero acaso narrativo, não consigo confiar no olhar conjeturado ou no jeito manso e cobiçoso do atendente e/ou gerente e de seus respectivos estagiários, alocados estrategicamente no hall de entrada com a simples função de cooptar clientes desavisados e direciona-los ao mais cruel e ganancioso dos agentes, pois a instituição [parece que] obriga os funcionários a “vender produtos”, ou muitos sentem a pressão e são coagidos a oferecer serviços em troca da comissão... [Não é nada pessoal. É apenas a impressão que tenho, a partir de inúmeras observações informais realizadas no espaço citado].
Parece até que alguns manipulam “taxas
e juros”, a depender do cliente e do valor de seu pacote adquirido,
prejudicando os mais esclarecidos e caroneando os mais humildes com a oferta e
inclusão de produtos e serviços desnecessários a necessidade de cada um... Mas,
isso não é exclusividade das instituições bancárias... Infelizmente está
[quase] generalizado... O ser humano é cruel e massivamente contraditório [tá
bom, apenas alguns]. Se por um lado critica os atos libidinosos dos políticos
brasileiros diante dos danos causados ao erário, por outro lado não pensa duas
vezes ao aderir práticas imorais que prejudicam outros cidadãos, na exata
medida de suas necessidades, na íntima relação hierarquia de poder.
Assim, a
galera do poder continua a fazer uso do patrimonialismo exacerbado,
utilizando-se do ente público como extensão de sua vida privada e de seus
interesses escusos. Além do
patrimonialismo, enxerga-se também, em alguma medida, sem a motivação da
generalização, a firme presença do corporativismo de classe, que utiliza-se do
forte laço de solidariedade entre os pares e de seus respectivos segmentos
profissionais para abafar descaradamente possíveis denúncias que venham, em
tese, comprometer a “ilibada reputação do bando”. Nesse ponto, o associativismo
patriarcal, em muitos casos, é tão forte que a entidade responsável por receber
e investigar a denúncia do cidadão comum, sai publicamente em defesa do
denunciado e de toda a sua classe, de maneira unilateral, com ênfase na marginalização
e desmoralização do denunciante na condição de vítima.