Parado em um ponto específico contemplando as estrelas em volta da lua em plena noite fria. O vento de leve vinha em minha direção devassamente. O som penetrante do ambiente amplo e complexo da natureza, em um mix de atos humanos e desumanos. Ouvia cada palavra, cada frase formada, originária de um pensamento recíproco que surgia de modo natural, se adequando ao contexto inesperado do sistema. Não sabia mais qual era o meu destino, pois a ausência de consciência contemplava cada partícula cerebral. Estava estagnado no espaço e tempo, sendo guiado apenas pela metamorfose do momento. Mas, algo me esperava mais a frente, e eu sabia bem o que era, só não estava em condições favoráveis de seguir em frente. Ora, ainda estava em estado de ceticismo profundo, não queria acreditar no que estava posto na minha cara repetidas vezes, de forma crua e brutal. Era o realismo concreto que minha inconsciência ignorava e transformava em uma mentira abstrata. A princípio, queria apenas acreditar no que era mais conveniente, e que de certa forma combinava com a pessoa que eu pensava ser. “A nossa maior ilusão é acreditar que somos o que pensamos ser”. Essa frase de Henri Amiel em quadro ilustra bem a situação reflexiva na qual estou tentando desenhar em um modelo escrito. Sendo assim, passo a me policiar ainda mais. Não posso pensar que sou o que posso não ser capaz de ser. Você é capaz de pensar que não é suficientemente o que imagina ser ou o que acha que é?
Há 14 anos
Agora vc me fez pensar....sera q sou mesmo aquilo que penso ser?
ResponderExcluirqdo alguem me pergunta qm sou eu, estou msm falando a verdade?
talvez a realidade mais proxima de minha personalidade nao eh oq eu tenho a dizer sobre mim, mas sim, oq os outros dizem
Nossa... é complicado esse tema, vou ter que pensar pra respoder sua pergunta rsrsrs!
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