Esse texto existe há alguns meses... Foi uma espécie de brincadeira que fiz com uma amiga minha, ao ser solicitado pela mesma a desenvolver uma declaração pra ela sobre “um dia que foi marcante para nos dois”. Com isso eu resolvi iniciar com uma bela história real, com um certo grau de teor romântico... E do nada a declaração tomou outros rumos. Deve ser vício de linguagem ou análise, sei lá, Rs. Observem logo abaixo.
“Bom, lembro-me certa vez em que estávamos juntos em uma noite linda, estrelada esbanjando uma lua imensa na imensidão selvagem da escuridão fria. Era outubro de 2006, mais ou menos 22:30, momento no qual a gente descia do carro rumo as escadarias da Orla Taumanã. Aquele ambiente romântico, lotado de indivíduos primitivos viciados em entorpecentes, e desprovidos das condições necessárias para sua auto sustentação. Nesse dia passei a refletir sobre um fenômeno social tão grave e impactante para dois jovens sonhadores e amantes da bela arte transcendental. Não há como não analisar a situação a partir de um senso crítico da realidade objetiva que nos cerca. Ignorar este fato é no mínimo se isolar em um minúsculo círculo cercado de muros imaginários dentro da própria sociedade em que vivemos. É, mais do que isso, se tornar um míope social forçada e irresponsavelmente, pois cada cidadão tem direitos tipificados em leis elaboradas por seres humanos tão iguais quanto os aqui tratados. Direitos individuais e coletivos, portanto cabe a hermenêutica de cada um, e o bom senso de todos para edificar mecanismos de combate, e grupos de discussão inter, multi e transdisciplinar. Lembra desse dia? São momentos como esses que devemos guardar pra eternidade, e lembrar sempre que nos encontrarmos, ao olharmos um para o outro, naquela encruzilhada míope entre dois cegos em busca de uma pintura romântica no lavrado”, amém.
“Bom, lembro-me certa vez em que estávamos juntos em uma noite linda, estrelada esbanjando uma lua imensa na imensidão selvagem da escuridão fria. Era outubro de 2006, mais ou menos 22:30, momento no qual a gente descia do carro rumo as escadarias da Orla Taumanã. Aquele ambiente romântico, lotado de indivíduos primitivos viciados em entorpecentes, e desprovidos das condições necessárias para sua auto sustentação. Nesse dia passei a refletir sobre um fenômeno social tão grave e impactante para dois jovens sonhadores e amantes da bela arte transcendental. Não há como não analisar a situação a partir de um senso crítico da realidade objetiva que nos cerca. Ignorar este fato é no mínimo se isolar em um minúsculo círculo cercado de muros imaginários dentro da própria sociedade em que vivemos. É, mais do que isso, se tornar um míope social forçada e irresponsavelmente, pois cada cidadão tem direitos tipificados em leis elaboradas por seres humanos tão iguais quanto os aqui tratados. Direitos individuais e coletivos, portanto cabe a hermenêutica de cada um, e o bom senso de todos para edificar mecanismos de combate, e grupos de discussão inter, multi e transdisciplinar. Lembra desse dia? São momentos como esses que devemos guardar pra eternidade, e lembrar sempre que nos encontrarmos, ao olharmos um para o outro, naquela encruzilhada míope entre dois cegos em busca de uma pintura romântica no lavrado”, amém.
Nossa!!! Amei o romantismo analítico...rsrsrs. Parabéns pela reflexão, tenho pensado bastante sobre essa mesma questão, o quanto a sociedade nos tolhe. Gostei muito do seu texto. A respeito da piada, não fui eu que fiz, recebi por email e desconheço a autoria... mas bem que poderia ter sido eu.rsrrs. Abraços, e estarei sempre por aqui.
ResponderExcluirLorena.
Hum, interessante que uma vez cientista social, sempre cientista social. Até mesmo em nossas subjetições sensitíveis passamos a analisar ao nosso redor. Parabéns! Belo texto.
ResponderExcluiro seu texto é muito bonito, porém não sei se quando li não tava num dos meus momento mais espertos, pois não entendi muito bem a mensagem do texto!!!!
ResponderExcluirDebora.
Olá um belo texto o seu, gostei dos textos que que escreveu, obrigada por visitar meu blog, ficarei feliz em dialogar via blogs sim :).
ResponderExcluirGostei muito do seu segundo post, gostaria de ter comparecido ao "Roraimeira - Expressão Amazônica", como faço pra assistir o filme vencedor?
Ah só uma curiosidade, como conheceu meu blog?
Até logo.
;*
Gostei do texto, mais ainda do que me enviou de Carlos Drummond, até postei hje se não se importa. Como achou meu BLOG? SEJA BEM VINDO SEMPRE! BJS.
ResponderExcluirHum...gostei do texto. Mas quando pedi pra escrever algum comentário abaixo daquela foto foi pra q vc falasse de mim! rsrsrsrs... licença aos cientistas sociais, mas essa foi uma análise tão bonita e romântica (senão, poética) de uma realidade tão cruel... Se não era para fazer o leitor arregassar as mangas, ir para a rua e dar pão ao faminto (em todos os sentidos), poxa! que continuasse falando de mim!
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